Guilherme Correia Tapajós Araújo, aluno do 6º período de Sistemas de Informática da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), ganhou uma competição internacional entre as quatro melhores equipes. A disputa Tech4Good foi promovida pela empresa chinesa Huawei. Guilherme conta que a experiência vivida foi emocionante. "No momento que a gente aplicou para a pré-seleção, foi …
????’Foi mais um sonho do que uma possibilidade’, diz aluno da UEA vencedor de competição internacional

Guilherme Correia Tapajós Araújo, aluno do 6º período de Sistemas de Informática da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), ganhou uma competição internacional entre as quatro melhores equipes. A disputa Tech4Good foi promovida pela empresa chinesa Huawei. Guilherme conta que a experiência vivida foi emocionante.
“No momento que a gente aplicou para a pré-seleção, foi mais um sonho do que efetivamente uma possibilidade concreta de ser selecionado”, destaca o campeão.
O universitário diz ainda que após a pré-seleção, a equipe composta por estudantes de universidades de outros estados estava concorrendo com mais de 150 equipes de todo o mundo. A equipe então aguardou a data das equipes finalistas e destacou que, quando souberam do resultado, ficaram surpresos por estarem entre os melhores.
“Foi algo meio surreal nós termos sido chamados. Nós ficamos em êxtase porque superamos várias equipes de altíssima qualidade dentre os competidores, então a gente ficou muito feliz”, comenta o estudante.
Agora, a equipe vencedora que o estudante amazonense compõe está recebendo mentorias de especialistas globais desde o dia 22 de dezembro até ontem (12), dia da votação pública e da etapa final. Guilherme relembra que foi uma jornada curta, porém árdua, pois recebiam as mentorias no horário da China e, por consequência, muitas vezes ele precisou começar o dia ainda pela madrugada para alcançar seus objetivos.
Guilherme lembra ainda como tudo iniciou antes do sonho ser realizado. “Nós éramos ex-alunos de um programa de tecnologia e desenvolvimento sustentável de uma empresa, que acabamos sonhando o suficiente para alcançar esse objetivo de vencer a final global. E agora, vamos ter a honra de representar a nossa ideia de negócio e o nosso país na China. Então vamos receber outras mentorias e apresentar nossa ideia de negócio a vários investidores que residem lá”, relata o estudante.
Guilherme conclui relatando que está satisfeito com a competição e orgulhoso do Norte e do Brasil.
“Isso me trouxe uma grande satisfação porque está alinhado com os meus propósitos de vida e isso acabou mostrando não só pra mim, mas acredito que pra outras pessoas, que o Brasil e a região Norte têm definitivamente capacidade e talento pra disputar em cenário global com outros players e talentos de qualquer outro país”, finaliza Guilherme.
Sobre o projeto
O sistema TrashTrack aborda o ODS 3 (Boa Saúde e Bem-Estar) e o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) com a ideia de um sistema inteligente de gestão de resíduos. O sistema propõe sensores de proximidade instalados em lixeiras nas ruas dos bairros e são aplicados para medir o volume de lixo em cada lixeira, cria e entrega mapas e dados através de um sistema web. O sistema utiliza Inteligência Artificial (IA) para construir dashboards e rotas interativas de coleta de lixo junto com Cloud para armazenar e processar dados para prefeituras e empresas privadas melhorarem sua coleta.
O aplicativo contém gráficos, configurações de sensores e visualização de dados da capacidade das lixeiras (cheia, meio cheia e vazia), demonstrando-a no mapa com as cores dos símbolos de identificação: vermelho, amarelo e verde, respectivamente. Apresentando as informações por região, tipo de lixo (geral ou reciclável) e localização do bairro, garante o monitoramento do lixo por meio da automatização da coleta.











