ALIEXPRESS: Privatização dos correios é ameaça para a plataforma virtual de vendas.

Questionada sobre o risco de algum concorrente ficar com os Correios na privatização da estatal, a gerente comercial do AliExpress, Viviane Almeida, disse que essa possibilidade não é novidade. “É ameaça que temos há muito tempo; é um ponto de atenção”, disse. Quanto ao interesse da empresa chinesa no ativo, ela diz “não ter informação”.No …

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Questionada sobre o risco de algum concorrente ficar com os Correios na privatização da estatal, a gerente comercial do AliExpress, Viviane Almeida, disse que essa possibilidade não é novidade. “É ameaça que temos há muito tempo; é um ponto de atenção”, disse. Quanto ao interesse da empresa chinesa no ativo, ela diz “não ter informação”.No entanto, ela garante que o AliExpress se move rapidamente para não ficar dependente apenas desse parceiro logístico. “Na evolução do projeto, em curtíssimo prazo, vamos colocar outros parceiros logísticos”, diz. O diretor de “local to local” (Logística local) da companhia, Yaman Alpata, afirma que a companhia investe fortemente em sua malha logística no País, tendo o plano de abrir um centro de distribuição o mais rápido possível.


“Temos planos para lançar centro de distribuição o mais rápido possível”, diz, apesar de não dar datas.


Ele comenta que a maior parte das entregas de vendedores locais têm sido feitas em cerca de 3 a 4 dias, já que o principal parceiro logístico da companhia são os Correios.


Na visão de Alpata, a construção de um centro de distribuição deve acelerar esse prazo. Entregas em um dia ou no mesmo dia da compra estão no radar da empresa.

Com parceiros financeiros, além da carteira virtual Alipay, também do grupo Alibaba, O AliExpress tem a Stone para processar pagamentos e o BTG para ajudar na validação de novos lojistas virtuais, já que a plataforma exige ao menos que esses vendedores sejam formalizados com CNPJ.


Sobre críticas da concorrência a “plataformas chinesas” pela falta de emissão de notas e produtos falsificados, Alpata afirma que o AliExpress segue as regras dos mercados em que atua e tem medidas para combater a presença de produtos ilegais em seu comércio eletrônico. “Devem ter se referido a outra empresa chinesa. Cada um deve olhar a sua plataforma”, disse Alpata em coletiva de imprensa finalizada há pouco.

Fonte: Agência Estado

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