Allan Campêlo segue sem resposta de Kidson Maia ao chamado “desafio do século”

Provocação feita na CMM também envolve Sargento Salazar e ocorre após episódio denunciado por Alessandra Campêlo

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O desafio foi lançado, mas a resposta ainda não apareceu nas fontes públicas consultadas. O vereador Alan Campêlo voltou a colocar Kidson Maia no centro de uma controvérsia ao provocá-lo para um confronto físico durante pronunciamento na Câmara Municipal de Manaus. A manifestação também alcançou Sargento Salazar, aliado de Kidson. Até esta sexta-feira (30), não foi localizada uma resposta pública dos dois ao desafio.

A declaração ocorreu depois de Alessandra Campêlo, irmã do vereador, denunciar como ameaça um gesto feito por Kidson nos bastidores do debate eleitoral da TV Norte, em 13 de outubro. Ao reagir ao episódio, Alan pediu que o adversário deixasse a arma em casa e marcasse horário e local para o confronto.

“Marca o horário e o local, mas deixa a arma em casa”, declarou o parlamentar na tribuna. A fala transformou a defesa da irmã em uma provocação pessoal e acrescentou tensão a um episódio que já havia ultrapassado as divergências eleitorais.

Apresentado como o “desafio do século”, o confronto permanece no terreno das declarações. Nas informações verificadas para esta matéria, não há confirmação de aceite, data ou local. A ausência de resposta pública, entretanto, não permite concluir que Kidson ou Salazar tenham aceitado, recusado ou recebido formalmente qualquer proposta.

O contexto da provocação envolve versões distintas. Alessandra afirmou ter se sentido ameaçada pelo movimento de mão na região do pescoço. Salazar, ao comentar aquele episódio, sustentou que o gesto poderia ter outro significado, inclusive uma referência à derrota eleitoral da chapa adversária. Essa manifestação dizia respeito ao debate, não ao desafio posterior de Alan.

A controvérsia segue, portanto, com dois planos diferentes: a denúncia de Alessandra sobre o ocorrido no debate e a reação de Alan na tribuna. Enquanto o primeiro exige esclarecimento pelas vias institucionais, o segundo permanece como uma provocação pública sem resposta localizada dos citados.

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