Botafogo vence PSG com golpe fatal e encaminha vaga no Mundial de Clubes

Atual campeão da Libertadores, o Botafogo se agigantou diante do vencedor da Champions League, derrotou o poderoso PSG por 1 a 0 com um golpe fatal no Rose Bowl e, além de encaminhar vaga às oitavas de final do Mundial de Clubes, quebrou um tabu de quase 13 anos sem vitórias sul-americanas sobre europeus no …

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Atual campeão da Libertadores, o Botafogo se agigantou diante do vencedor da Champions League, derrotou o poderoso PSG por 1 a 0 com um golpe fatal no Rose Bowl e, além de encaminhar vaga às oitavas de final do Mundial de Clubes, quebrou um tabu de quase 13 anos sem vitórias sul-americanas sobre europeus no torneio — o último resultado positivo havia sido Corinthians 1 x 0 Chelsea em 2012.

Iluminado, Igor Jesus nocauteou os franceses ao marcar o único gol do jogo, ainda no 1º tempo, após brilhante passe de Savarino. Os cariocas se seguraram com uma defesa aguerrida e organizada até o apito final.

O resultado deixou os brasileiros com seis pontos, na liderança isolada do Grupo B e muito perto da classificação antes da última rodada. O PSG aparece na sequência com três, mesma pontuação do Atlético de Madri. O Seattle Sounders, que completa a chave, está zerado.

As decisões do grupo serão disputadas na segunda-feira, a partir das 16h. O Botafogo encara o Atlético de Madri, enquanto o PSG mede forças com o Seattle Sounders.

Se os brasileiros perderem para os espanhóis e os franceses vencerem os norte-americanos, haverá um empate triplo em pontos e em confrontos diretos — neste caso, a decisão vai para o saldo de gols entre os duelos, ignorando, portanto, resultados do trio envolvendo o lanterna.

Como está o Grupo B

1 – Botafogo: 6 pontos (saldo +2)
2 – PSG: 3 pontos (saldo +3)
3 – Atlético de Madri: 3 pontos (saldo -2)
4 – Seattle Sounders: 0 pontos (saldo -3)

Como foi o jogo

O 1º tempo ensaiou uma pressão do PSG, mas as doses de organização, raça e eficiência premiaram o Botafogo. Mesmo diante de um Kvaratskhelia inspirado pela ponta esquerda, a equipe de Renato Paiva soube jogar o jogo, esfriou gradativamente o ímpeto do adversário e, na famosa “única bola”, balançou as redes a partir da dupla Savarino e Igor Jesus.

Na etapa final, os brasileiros continuaram mostrando valentia e, mesmo acuados, conseguiram contar as principais chances de gol — John, nas poucas vezes em que precisou trabalhar em meio a um sistema defensivo atento, mostrou autoridade e impediu o pior.

Fonte: UOL

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