CANDIDATURA|Boulos retira pré-candidatura ao governo de São Paulo e disputará uma vaga na Câmara Federal

? O coordenador nacional do MTST Guilherme Boulos (Psol) retirou nesta segunda-feira (21)) sua pré-candidatura ao governo de São Paulo e disse que concorrerá a uma vaga na Câmara dos Deputados. Com a decisão, o Psol tende a apoiar a pré-candidatura de Fernando Haddad (PT) na eleição paulista. Boulos é uma das apostas do Psol …

Compartilhar em:

? O coordenador nacional do MTST Guilherme Boulos (Psol) retirou nesta segunda-feira (21)) sua pré-candidatura ao governo de São Paulo e disse que concorrerá a uma vaga na Câmara dos Deputados. Com a decisão, o Psol tende a apoiar a pré-candidatura de Fernando Haddad (PT) na eleição paulista. Boulos é uma das apostas do Psol para ser puxador de votos e aumentar a bancada, para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (21), a pré-campanha de Boulos afirma que a decisão é “para enfrentar o bolsonarismo em um dos momentos mais críticos da história do Brasil” e “ajudar a construir uma grande bancada de esquerda no Congresso”.

“O momento do Brasil exige gestos políticos e generosidade. Tomo esta decisão buscando fortalecer a unidade da esquerda no Brasil e em São Paulo”, afirma Boulos, no comunicado. “Eleger Lula presidente é fundamental. Mas precisaremos também eleger um Congresso que represente os interesses da maioria do povo brasileiro”.

Boulos foi candidato à Presidência em 2018 e candidato à Prefeitura de São Paulo em 2020 pelo PSOL, quando ficou em segundo lugar com 41% dos votos válidos, somando 2,1 milhões de votos.

O Psol apoiará a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência. Em São Paulo, o PT ofereceu ao partido a participação na chapa de Haddad e apoio ao coordenador do MTST para disputar a Prefeitura de São Paulo em 2024.

Lula e lideranças nacionais petistas também têm cogitado Boulos como um nome possível para participar de um eventual governo petista na Presidência. O coordenador do MTST e o comando nacional do Psol, no entanto, negam qualquer conversa nesse sentido.

No plano nacional, o Psol e a Rede devem formar uma federação, em uma tentativa de superar a cláusula de barreira.

Fonte: Valor Econômico

Compartilhar em: