Condunção do ministro é criticada por conta de susposto participação no caso
Em meio a suposto envolvimento, Toffoli descarta deixar inquérito do Banco Master

Em meio a suposto envolvimento no caso relacionado ao Banco Master, o ministro Dias Toffoli, relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF), informou a interlocutores que não pretende deixar a relatoria.
A condução do caso sob responsabilidade de Toffoli tem gerado questionamentos em razão de atuações consideradas “atípicas”. O ministro viajou com o advogado de defesa do banco no fim de novembro de 2025, um dia antes de, coincidentemente, o processo ser distribuído a ele.
Além disso, familiares de Dias Toffoli mantêm negociações com pessoas ligadas ao banco, por meio da compra e venda de cotas de um fundo relacionado a um resort pertencente à família do magistrado, no Paraná.
Segundo as informações, o ministro reforçou a pessoas próximas que não há motivos para se declarar impedido ou suspeito no inquérito que tramita na Corte, conforme noticiado pelo Metrópoles.
O estopim das ações consideradas “estranhas” de Toffoli à frente do caso ocorreu após o ministro determinar que todas as provas colhidas durante a segunda fase da operação realizada pela Polícia Federal, na última quarta-feira (14), fossem enviadas diretamente para a sede do STF.
Após a decisão, senadores de oposição iniciaram a coleta de assinaturas durante o recesso para apresentar um pedido de impeachment do ministro da Suprema Corte.











