O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) perguntou, com uma gargalhada em seguida, ao diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom, qual é a origem do coronavírus. Fez a pergunta em uma conversa informal no sábado (30) em Roma, na Itália, onde aconteceu o encontro do G20, grupo de países com as 20 maiores …
ENCONTRO EM ROMA: Bolsonaro pergunta a Tedros Adhanom origem do coronavírus e gargalha. Presidente teve conversa informal com o diretor-geral da OMS em encontro do G20, na Itália.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) perguntou, com uma gargalhada em seguida, ao diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom, qual é a origem do coronavírus.
Fez a pergunta em uma conversa informal no sábado (30) em Roma, na Itália, onde aconteceu o encontro do G20, grupo de países com as 20 maiores economias do mundo.
“Ainda estamos estudando. Nós precisamos saber. É muito importante”, respondeu Adhanom. Bolsonaro seguiu: “Boa resposta”.
O diretor-geral da OMS logo mudou de assunto: “A propósito, recebi um prêmio do presidente anterior, o prêmio Oswaldo Cruz, o Michel Temer”.
Participaram da conversa os ministros Marcelo Queiroga, da Saúde, e Carlos França, das Relações Exteriores.
Queiroga fez algumas declarações. No diálogo, mediado por um tradutor, Bolsonaro lançou dúvidas sobre as medidas de isolamento social, a obrigação do passaporte da vacina e sobre a vacinação de crianças. Criticou ainda o Judiciário, que, segundo ele, concentrou poderes em governadores e prefeitos e disse que foi acusado de genocídio por “política”.
Apesar da referência, o grupo majoritário da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado, chamado G7, decidiu não enquadrar o presidente Jair Bolsonaro no crime de genocídio de indígenas.
Em sua página oficial no Twitter, Tedros escreveu: “Conheci o presidente Presidente Jair Bolsonaro no G20 e reiterei o compromisso da OMS de apoioar o Brasil na resposta à covid-19. Discutimos o potencial do Brasil para a produção local de vacinas e terapêuticas, o que também poderia atender às necessidades da América Latina e do mundo”.
Fonte: Poder360










