O crime foi filmado pelo próprio autor e resultou na morte do animal
Homem é preso por praticar zoofilia contra cadela em Manaus; ele filmou o ato

Um homem de 22 anos, identificado como Mauro Teixeira, foi preso pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), na tarde de sábado (03), em cumprimento a mandado de prisão preventiva pelo crime de zoofilia contra uma cadela sem raça definida. A ação foi realizada em conjunto com outras secretárias. O caso ganhou grande repercussão pela cenas registradas pelo próprio autor do crime.
O caso choca pelo fato do homem ter gravado o ato e armazenado no próprio celular. Segundo as informações, devido a brutalidade usada pelo homem durante o ato, a cadela ficou extremamente debilitada e morreu.
Conforme a delegada Juliana Viga, as investigações iniciaram na última sexta-feira (2) após a Sepet receber uma denúncia de abuso sexual contra o animal, a qual também foi formalmente registrada para que a Polícia Civil realizasse a devida apuração.
“Junto com a denúncia, recebemos um vídeo gravado pelo próprio autor, em que ele aparece praticando o crime contra a cadela, ato que resultou em sua morte. Diante da extrema gravidade dos fatos, no mesmo dia solicitamos ao Poder Judiciário a expedição do mandado de prisão em nome do indivíduo”, disse a delegada.
O homem chegou a ser conduzido, na sexta-feira (02), ao 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP), após a Sepet receber a denúncia, com o apoio da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CipCaes), da Polícia Militar do Amazonas (PMAM).
“Neste sábado a Central de Plantão Criminal deferiu a prisão preventiva do investigado, que foi cumprida após diligências. O homem foi conduzido ao 6º DIP para os procedimentos cabíveis”, completou a delegada.
A secretária da Sepet, Joana Darc, afirmou que, assim que recebeu a denúncia, a Sepet acionou as forças de segurança e o suspeito foi localizado, preso e confessou o crime.
“Crimes como esse são extremamente graves, não serão tolerados e terão resposta rápida e rigorosa do Estado. Uma pessoa que comete esse tipo de violência representa um risco real para a sociedade. Quem souber de casos assim, pode denunciar para nosso Departamento de Denúncias”, detalhou a secretária.











