Os preços de bens e serviços do país cresceram 0,33% em janeiro, após acelerarem no mesmo índice em dezembro. Nos últimos 12 meses, a inflação acumula alta de 4,44 %, ainda acima do centro da meta (3%), mas dentro do teto (4,5%). No mesmo mês de 2025, a variação foi de 0,16%. Os dados fazem parte do Índice Nacional de …
Inflação sobe 0,33% em janeiro; alta em 12 meses é de 4,44%

Os preços de bens e serviços do país cresceram 0,33% em janeiro, após acelerarem no mesmo índice em dezembro.
Nos últimos 12 meses, a inflação acumula alta de 4,44 %, ainda acima do centro da meta (3%), mas dentro do teto (4,5%). No mesmo mês de 2025, a variação foi de 0,16%.
- A meta de inflação para 2026 é de 3%, com variação de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, com isto, o índice tem piso de 1,5% e teto de 4,5%, conforme estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
Os dados fazem parte do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, divulgado nesta terça-feira (10/2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em janeiro, a alta da inflação foi puxada, principalmente, pelos combustíveis, que registraram variação de 2,14%. O destaque vai para a gasolina, que subiu 2,06% e teve impacto de 0,10 pontos percentuais no índice.
Segundo o gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, na estrutura do índice, a gasolina apresenta peso de 5,07% e a energia elétrica residencial de 4,16%, ou seja, são os subitens com as maiores participações nas despesas das famílias, na ótica do indicador.
“Dessa forma, variações nesses dois componentes da cesta de produtos apresentam impacto no cálculo final do índice. Na energia elétrica a queda veio, principalmente, por conta da mudança na bandeira tarifária de amarela em dezembro, para verde em janeiro. Na gasolina houve reajuste no ICMS a partir de 1º de janeiro, impactando o preço final para o consumidor”, explicou.
Veja a variação do IPCA por grupos:
- Alimentação e bebidas: 0,23%;
- Habitação: -0,11%;
- Artigos de residência: 0,20%;
- Vestuário: -0,25%;
- Transportes: 0,60%;
- Saúde e cuidados pessoais: 0,70%;
- Despesas pessoais: 0,41%;
- Educação: 0,02%
- Comunicação: 0,82%;
O mercado espera que a inflação feche o ano em 3,97%, conforme os analistas de mercado informaram ao Banco Central (BC) no Boletim Focus. O governo considera que a inflação vai fechar o ano em 3,6%.
Com informações do Metrópoles.











