Choy ainda destacou que Carlos é um grande profissional
Marco Choy declara que houve “tentativa de reduzir a história de Carlos Alberto”

O advogado Marco Choy afirmou que houve uma “tentativa” de recusar a história do professor e advogado Carlos Alberto, após especulação de que ele seria o “candidato do ministro Mauro Campbell”, vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), diante da rejeição por parte do ministro da primeira colocada, a advogada Giselle Falcone Medina. A declaração foi feita em entrevista concedida ao Podcast De Olho no Quinto do Radar Amazônico.
Questionado sobre a especulação levantada, Choy exaltou a trajetória do colega e criticou, declarando que tentaram diminuir a história de Carlos Alberto. “Em que pese o ministro Mauro Campbell ser detentor de toda essa admiração, quero fazer o registro: falar que o candidato Carlos está ali numa condição exclusivamente de ser candidato do ministro Mauro, eu acho que é recusar toda a história do professor Carlos”, afirmou Choy.
Choy ainda destacou que Carlos é um grande profissional e um grande procurador do Amazonas, com trajetória que inclui o magistério em diversas faculdades e atuação marcante como defensor da Zona Franca de Manaus como representante em ações, frente ao STF.
“Acho que, independente disso, ele tem uma história muito bonita que precisa ser lembrada, assim como o professor Aufiero também tem uma história muito bonita”.
Marco Choy foi indagado se ele mesmo poderia ser visto como eventual candidato de Campbell, em decorrência da suposta rejeição de Giselle Falcone, onde desconversou, afirmando que tem admiração pessoal que tem por Mauro Campbell, destacando que o magistrado é uma “personalidade importante para o Amazonas” e exemplo de amazonense com destaque nacional. Porém deixou claro que sua história e narratia, sustentam sua campanha.
“Eu tenho uma relação de admiração com o ministro Mauro Campbell, e essa é a única relação que se tem. Eu acho que, como todos os profissionais do Direito, que têm essa relação. E esse processo [político] ele é construído, repito, com as histórias de cada um, como cada um chegou ali, e é com apenas com a história, com a minha história que eu conto.”, concluiu o advogado.











