Pesquisa Iveritas mantém Braga e Alberto na frente e mostra avanço de Wilson Lima

No primeiro voto ao Senado, Braga lidera com 25,50%, seguido de Alberto, que registra 24,16%. Wilson surge em terceiro lugar com 10,16%

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A mais recente pesquisa do Instituto Iveritas, realizada em parceria com o site Imediato, confirma a manutenção da liderança de Eduardo Braga (MDB) e Capitão Alberto Neto (PL) na corrida pelas duas vagas ao Senado Federal. No entanto, o dado que mais chama atenção no levantamento é o crescimento consistente do governador Wilson Lima (União Progressista), que já aparece na terceira colocação e cada vez mais próximo da disputa direta por uma das cadeiras.

No primeiro voto para o Senado, Eduardo Braga lidera com 25,50%, seguido de perto por Capitão Alberto Neto, que registra 24,16%. Wilson Lima surge em terceiro lugar com 10,16%, à frente outros nomes tradicionais da política amazonense, como Plínio Valério (8,93%), Marcelo Ramos (7,14%) e Marcos Rotta (5,13%).

O cenário ganha ainda mais relevância quando se observa o segundo voto para o Senado. Enquanto Braga registra 16,02% e Alberto Neto alcança 10,88%, Wilson Lima aparece com 12,00%, superando inclusive o candidato do PL nesta modalidade e demonstrando forte potencial de crescimento durante a campanha.

Os números reforçam uma tendência observada em diversos levantamentos divulgados nos últimos meses: Eduardo Braga e Alberto Neto permanecem ocupando as posições mais sólidas da disputa, mas Wilson Lima vem ampliando sua presença eleitoral e consolidando-se como o principal nome na briga pelas duas vagas.

Além da força da máquina estadual, Wilson também tem sido beneficiado pela identificação com o eleitorado de direita e pela intensa agenda de entregas e investimentos no interior do Amazonas, fator que pode se tornar decisivo nos próximos meses.

Se a liderança de Braga e Alberto segue preservada, a pesquisa Iveritas mostra que a corrida ao Senado está longe de estar encerrada. O crescimento de Wilson Lima indica que a disputa pela segunda vaga continua aberta e promete ser uma das mais acirradas da história recente do Amazonas.

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