Silas Câmara repudia matéria e nega que foi indiciado na CPMI do INSS

O deputado federal Silas Câmara (Republicanos-AM) negou através de nota de esclarecimento que foi indiciado na CPMI do INSS, não correspondendo ao relatório final da comissão, segundo matéria divulgada por um site local. Além disto, o parlamentar repudiou o conteúdo, afirmando que não reflete a com fidelidade o que consta no relatório. Esclareceu também que …

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O deputado federal Silas Câmara (Republicanos-AM) negou através de nota de esclarecimento que foi indiciado na CPMI do INSS, não correspondendo ao relatório final da comissão, segundo matéria divulgada por um site local. Além disto, o parlamentar repudiou o conteúdo, afirmando que não reflete a com fidelidade o que consta no relatório.

Esclareceu também que não há qualquer acusação direta de prática de crime ou participação de irregularidades. E afirmou que não há elementos suficientes para o indiciamento do deputado, mesmo após diversas apurações realizadas.

A nota ainda informa, que vai tomar as providências cabíveis para responsabilização dos dos autores da divulgação da matéria com informações distorcidas contra o deputado.

Veja a nota:

Na qualidade de advogada do Deputado Federal Silas Câmara, venho a público esclarecer e repudiar matéria divulgada pelo portal BNC Amazonas, por apresentar conteúdo que não reflete, com fidelidade, o que consta no Relatório Final da CPMI do INSS.

Após análise integral do relatório, é necessário esclarecer à população que:

o Deputado Silas Câmara não foi indiciado pela CPMI e não há, no relatório, imputação direta de prática de crime contra ele.

O relatório não atribui ao parlamentar qualquer participação em irregularidades, limitando-se a referências genéricas e sem demonstração de responsabilidade ou envolvimento direto.

Não há, no documento, comprovação de recebimento de valores pelo Deputado, nem elementos que estabeleçam vínculo jurídico entre sua atuação e as irregularidades apuradas.

Importante destacar que, mesmo diante de todas as apurações realizadas, não foram identificados elementos suficientes que justificassem o indiciamento do parlamentar, o que se confirma pela sua ausência na lista final de indiciados.

A divulgação de que o Deputado teria sido indiciado ou seria responsável por irregularidades não corresponde ao conteúdo do relatório oficial e induz a população a erro.

Diante disso, serão adotadas as medidas cabíveis para responsabilização dos responsáveis pela divulgação de informações distorcidas, bem como para a devida correção dos fatos.

Reafirma-se o compromisso com a verdade, com a transparência e com o respeito à população.

Flávia Andreola

Advogada

CPMI

Segundo a matéria divulgada, Silas foi apontado como um dos indiciados por envolvimento na CPMI do INSS, no entanto, o relatório final da comissão recomendou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que instaure investigação para apurar o envolvimento do deputado com entidades que desviaram recursos de aposentados e pensionistas do INSS no Amazonas.

O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), emitiu ofícios à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal para aprofundar investigações sobre o deputado e sua filha, Milena Ramos Câmara, pois cita que o escritório de Milena recebeu diretamente R$ 168 mil da Confederação Brasileira dos Trabalhadores de Pesca e Aquicultura (CBPA) além de ter recebido mais R$ 700 mil, totalizando R$ 868 mil.

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