Tolerância zero: Wilson Lima defende castração química para condenados por crimes sexuais contra crianças

Pré-candidato ao Senado endurece discurso no combate à violência sexual e afirma que pretende levar a proposta ao debate nacional

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O pré-candidato ao Senado Wilson Lima (União Brasil) colocou um dos temas mais duros do enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes no centro do debate político. Durante o encerramento da 2ª edição do Capacitaton, realizado nesta sexta-feira (24), Lima defendeu a adoção da castração química para pessoas condenadas por crimes sexuais contra menores.

A declaração ocorreu durante evento voltado à capacitação de conselheiros tutelares e profissionais que atuam diretamente na rede de proteção à infância e à adolescência no Amazonas.

Ao defender a medida, Wilson Lima assume um posicionamento de maior rigor contra autores de crimes sexuais e sinaliza que a proteção de crianças e adolescentes deverá ocupar espaço entre as bandeiras de sua pré-candidatura ao Senado.

A chamada castração química envolve o uso de medicamentos destinados a reduzir a libido e a atividade hormonal. No Brasil, propostas sobre o tema envolvem questões constitucionais, médicas e de direitos fundamentais e, para eventual adoção como sanção penal, dependeriam de legislação e do debate no Congresso Nacional.

Politicamente, a manifestação também aproxima Wilson Lima de uma agenda de endurecimento da legislação penal, tema com forte presença no debate conservador e entre setores que defendem punições mais severas para crimes praticados contra crianças.

A defesa pública da medida ganha ainda mais peso pelo momento político. Pré-candidato ao Senado, Wilson vem ampliando seu discurso sobre temas nacionais e indicando quais pautas poderá defender caso conquiste uma cadeira no Congresso.

Ao colocar a castração química em discussão, Wilson Lima escolhe um assunto sensível e de grande repercussão social para marcar posição: crimes sexuais contra crianças e adolescentes precisam receber uma resposta mais dura do Estado.

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