Nomes fortes no estado vão disputar as eleições pela federação
União Progressista monta chapa robusta e projeta até três cadeiras na Câmara Federal

A possível composição da chapa da federação União Brasil–Progressistas (União Progressista) para deputado federal em 2026 começa a ganhar forma e já se desenha como uma das mais competitivas do Amazonas.
Levantamento divulgado pelo analista político Igor Castro aponta um grupo com nomes de peso e forte capilaridade eleitoral, combinando lideranças com mandato, ex-gestores e figuras com densidade de voto tanto na capital quanto no interior.
Entre os nomes citados estão Roberto Cidade, Fausto Jr., Coronel Menezes, Joana Darc, Thaysa Lippy, Diego Afonso, Therezinha Ruiz e Patrícia Lopes além de outros nomes ainda em fase de definição.
A estimativa de desempenho da federação gira entre 420 mil e 520 mil votos, impulsionada principalmente pela estrutura da máquina estadual e pela distribuição estratégica dos candidatos em diferentes regiões eleitorais.
O número representa um salto significativo em relação a 2022, quando o grupo obteve 372.802 votos, garantindo duas cadeiras na Câmara Federal.
Com base na projeção atual, a União Progressista tem potencial consolidado para eleger dois deputados federais, mas o dado que chama atenção nos bastidores é a possibilidade concreta de conquistar uma terceira vaga, dependendo de fatores como, desempenho individual dos puxadores de voto, equilíbrio interno da chapa, fragmentação das chapas adversárias e desempenho de legendas concorrentes no quociente eleitoral.
Um dos principais ativos da chapa é o equilíbrio geográfico. Enquanto nomes como Roberto Cidade, Joana Darc e Diego Afonso possuem forte presença na capital, figuras como Patrícia Lopes e Therezinha Ruiz ampliam o alcance no interior.
Já o nome de Coronel Menezes surge como peça estratégica dentro do campo conservador, podendo agregar votos ideológicos e de opinião, fator decisivo em disputas proporcionais.
Nos bastidores, a avaliação é de que a federação União Progressista pode se tornar uma das chapas mais organizadas e competitivas de 2026 no Amazonas, sobretudo se conseguir alinhar estrutura, discurso e distribuição de votos sem dispersão interna.
Se confirmada, a composição coloca a federação em posição privilegiada na disputa proporcional e reforça seu peso nas negociações majoritárias.











