Vereador de Manaus critica pautas do Congresso Nacional: “São coisas bizarras”

Matéria que tramita no Congresso pode beneficiar a classe política O aumento no número de cadeiras na Câmara Federal e o acúmulo de salário e aposentadoria por parlamentares são pautas analisadas no Congresso Federal e foram duramente criticadas pelo vereador Rodrigo Guedes (Progressistas). Apesar de ocupar um cargo municipal, ele se posiciona contra essas matérias, …

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Matéria que tramita no Congresso pode beneficiar a classe política

O aumento no número de cadeiras na Câmara Federal e o acúmulo de salário e aposentadoria por parlamentares são pautas analisadas no Congresso Federal e foram duramente criticadas pelo vereador Rodrigo Guedes (Progressistas). Apesar de ocupar um cargo municipal, ele se posiciona contra essas matérias, enquanto representantes do Amazonas no Congresso permanecem em silêncio sobre os temas.

A indignação do vereador reflete a opinião pública, que critica os privilégios da classe política, que já possui diversos benefícios, enquanto a população arca com mais impostos para custear esses privilégios.

De acordo com Rodrigo Guedes, o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), está deliberando sobre projetos que beneficiam os parlamentares do Congresso Nacional: “Estão sendo votados projetos, como essa ideia absurda, bizarra, de permitir que parlamentares acumulem salário e aposentadoria, e a criação de mais vagas de deputados federais.”

O vereador ressaltou, durante fala na Câmara Municipal nesta terça-feira (17), que os mais prejudicados são os pagadores de impostos: “Para os políticos tudo, para a população nada”. Ele ainda criticou os benefícios da elite do funcionalismo público.

“O alto escalão do funcionalismo público simplesmente fica intocável, incluindo o judiciário, o Ministério Público, o Tribunal de Contas, servidores com mega salários, salários que ultrapassam R$ 500 mil. Ou seja, o sacrifício é sempre do povo de baixa renda.”

Uma das propostas citadas pelo parlamentar pode causar um rombo milionário anual aos cofres públicos. Se aprovadas as 18 cadeiras na Câmara, o custo anual para bancar os novos parlamentares deve chegar a quase R$ 70 milhões, segundo um estudo da própria Câmara.

Além disso, o acúmulo de salário e aposentadoria dos congressistas pode gerar um custo milionário para os pagadores de impostos.

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