???? A marca do Psol e PCdoB por trás da greve do metrô de SP

A greve do Metrô de São Paulo tem a impressão digital do Psol e do PCdoB. Dois dos principais nomes na linha de frente da paralização são filiados aos partidos. José Faggian, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Sabesp (Sintaema), é também dirigente do diretório do PCdoB. Camila Lisboa, presidente do Sindicato dos Metroviários, é …

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A greve do Metrô de São Paulo tem a impressão digital do Psol e do PCdoB. Dois dos principais nomes na linha de frente da paralização são filiados aos partidos. José Faggian, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Sabesp (Sintaema), é também dirigente do diretório do PCdoB. Camila Lisboa, presidente do Sindicato dos Metroviários, é filiada ao Psol.

“Sou filiado ao PCdoB há mais de 20 anos”, contou o líder comunista. “Não sei qual é a importância disso para a greve. A greve é um movimento dos trabalhadores, não é do PCdoB”.

Camila Lisboa nega que a greve tenha cunho político, embora confirme ser filiada ao Psol. “A greve tem uma motivação extremamente trabalhista, porque quando privatiza ataca direitos.”

“Mas, além disso, é greve de interesse público, porque estamos questionando o projeto de transporte público e de saneamento no Estado de São Paulo”, prosseguiu a militante socialista. Camila tentou minimizar a relevância de sua filiação à legenda esquerdista ao ressaltar que “a greve foi uma decisão da assembleia dos metroviários com mais de 1,4 mil pessoas.”

Classificando de “ilegal e abusiva”, o governador Tarcísio de Freitas disse que a motivação da greve do Metrô e da CPTM era “política”. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), engrossou o coro: “greve ideológica”.

A relação direta entre eles

Os dois partidos por trás da greve do Metrô e da CPTM também estão juntos na corrida pela Prefeitura de São Paulo em 2024. O candidato do Psol à prefeitura da maior cidade do país, o deputado federal Guilherme Boulos, é apoiado pelo PCdoB.

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