Número de queimadas mais que dobrou no Brasil em 2024, segundo dados do Programa Queimadas do INPE As queimadas na Amazônia e no Pantanal batem recorde e colocam em xeque a gestão do presidente Lula (PT), que desembarca nesta terça-feira (10) em Manaus para dar explicações e, possivelmente, anunciar medidas de combate às queimadas e …
???? Com Amazônia pegando fogo e estiagem severa, Lula vem a Manaus fazer política

Número de queimadas mais que dobrou no Brasil em 2024, segundo dados do Programa Queimadas do INPE
As queimadas na Amazônia e no Pantanal batem recorde e colocam em xeque a gestão do presidente Lula (PT), que desembarca nesta terça-feira (10) em Manaus para dar explicações e, possivelmente, anunciar medidas de combate às queimadas e à estiagem, que ao que tudo indica será ainda pior do que a registrada em 2023, destacou o Direto ao Ponto.
Mais uma vez, Lula não vai encarar o povo de Manaus. Ele fará uma agenda fechada na Suframa e possivelmente sobrevoará a região para tirar aquela selfie com a seca ao fundo, na tentativa de fazer média com artistas e a mídia internacional.
Também não será desta vez que o presidente Lula cumprirá agenda política ao lado de seu candidato, Marcelo Ramos (PT). Na televisão, ele aparece pedindo votos para o postulante à prefeitura no horário eleitoral, mas Marcelo amarga sérias dificuldades para ultrapassar a barreira de um dígito nas pesquisas eleitorais.
Um novo relatório do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostra números alarmantes sobre os focos de incêndio no Brasil. Somente em 2024, foi registrado um novo foco a cada 2,4 minutos.
Esse número evidencia o despreparo do governo Lula em defender a floresta. O número de focos de queimadas registrados em 2024 no Brasil já é o maior dos últimos 14 anos.
Fumaça
A formação de um corredor de fumaça, oriunda das queimadas na Amazônia e no Pantanal, colocou pelo menos 10 estados brasileiros em alerta: Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A onda de fumaça polui o ar em níveis muito prejudiciais à saúde e, sob o governo Lula, os investimentos para o combate às queimadas caíram.
O Ibama chegou a solicitar R$ 120 milhões para combater os incêndios, mas o governo destinou apenas R$ 65,7 milhões por meio da Lei Orçamentária. Ao final, a dotação publicada após a votação no Congresso foi de R$ 50 milhões.
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, mudou o discurso, parando de culpar Bolsonaro pelas queimadas e, agora, atribui a responsabilidade às “mudanças climáticas”.
Outra consequência das queimadas é o aumento significativo do calor em várias regiões do país. Neste fim de semana, Manaus e outros municípios do interior chegaram a registrar temperaturas de até 46°C.
Estados das regiões Centro-Oeste e Sudeste apresentam taxas de umidade entre 10% e 20%, condições similares às de um deserto. Segundo dados da Metsul Meteorologia, a onda de calor deve se intensificar nas próximas semanas, resultando em mais incêndios por todo o Brasil.











