Cássio Cavour teve sua empresa divulgada pela autora e atriz Mônica Martelli. Ele também atende cantores brasileiros em turnê pelos EUA Cássio Cavour empreende em Nova York desde os anos 1990. Atualmente, ele é procurado por famosos e empresários brasileiros para viagens de trabalho e turismo. Cássio Cavour empreende em Nova York desde os anos …
???? Motorista brasileiro faz sucesso em Nova York atendendo famosos

Cássio Cavour teve sua empresa divulgada pela autora e atriz Mônica Martelli. Ele também atende cantores brasileiros em turnê pelos EUA
Cássio Cavour empreende em Nova York desde os anos 1990. Atualmente, ele é procurado por famosos e empresários brasileiros para viagens de trabalho e turismo.
Cássio Cavour empreende em Nova York desde os anos 1990. Atualmente, ele é procurado por famosos e empresários brasileiros para viagens de trabalho e turismo Divulgação
O empreendedor carioca Cássio Cavour, 64 anos, mora em Nova York desde 1981. Depois de atuar como engraxate e pizzaiolo na cidade, ele apostou em empreendimentos do ramo de transportes. Nos anos 1990, teve uma empresa de entregas de equipamentos eletrônicos e, na década seguinte, migrou para o atendimento a turistas. Hoje, o empreendimento que leva seu nome fatura, em média, US$ 9 mil mensais (aproximadamente R$ 45 mil), atendendo brasileiros anônimos e famosos em turnê ou a passeio.
Entre os clientes ilustres estão a banda Capital Inicial, a cantora Marisa Monte e a autora e atriz Mônica Martelli, com quem Cavour tem uma relação mais próxima, atendendo-a sempre que vai à cidade. Neste mês, Martelli divulgou o serviço do motorista em seus stories. “Ela disse que marcaria minha empresa no Instagram”, conta ele.
Cavour lembra que um dos primeiros famosos que atendeu foi o cantor Emílio Santiago (1946-2013). O artista é, curiosamente, autor da canção “Amigo de Nova York”, lançada em 1983. “Mas a música não é para mim”, diz o empreendedor, rindo.
Cavour conta que a empresa foi ficando conhecida entre os viajantes brasileiros graças à indicação dos clientes e pela localização inicial estratégica. “Eu ficava na rua 46, entre a Quinta e a Sexta avenidas, onde os brasileiros vão fazer compras”, conta sobre o começo do negócio turístico. Hoje, ele faz parcerias com agências de viagens brasileiras, além de atender empresários e artistas. Sua empresa tem quatro veículos, sendo duas vans, e dois funcionários.
Para ele, a principal dificuldade do cotidiano é enfrentar o trânsito de Nova York. “É muito parecido com São Paulo, mas sem motoboys. Eu gosto do meu trabalho. Passo horas fazendo city tours, repetindo as mesmas coisas, mas, a cada dia, surge algo diferente – um prédio novo, um heliponto”, diz.
Outro desafio é convencer os clientes de que certos programas turísticos não darão certo como planejado. Cavour diz que as condições climáticas em Nova York, por vezes, fazem com que alguns passeios tenham de ser adiados. “Antes da pandemia, levei um grupo de oito mulheres a um outlet fora da cidade. Eu disse para irmos embora logo, porque viria uma tempestade de neve. Mas elas insistiram para continuar as compras. No fim, ficamos presos na estrada por seis horas, em um trajeto que normalmente demoraria uma hora. Foi a história cômica mais recente.”
Fonte: Empresas & Negócios
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