???? Roberto Tadros desobedece Justiça e nega acesso da família à herança de seu irmão

O presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros, que está com seu mandato suspendo por decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) tem outras pendências jurídicas para responder. Além do processo no qual foi condenado por improbidade administrativa, corre ainda contra Tadros, desde 2020, ação de produção antecipada de provas, movida …

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O presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros, que está com seu mandato suspendo por decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) tem outras pendências jurídicas para responder.

Além do processo no qual foi condenado por improbidade administrativa, corre ainda contra Tadros, desde 2020, ação de produção antecipada de provas, movida pelo espólio do seu falecido irmão, Luiz Ricardo Tadros, que busca informações das sociedades empresariais que fez parte.

Consta nos autos, que os herdeiros tentaram acesso as informações amigavelmente, o que foi recusado.

Da ação se observa que o administrador das empresas, José Roberto Tadros, tem dificultado acesso as informações, descumprindo decisões judiciais que culminaram em ordens de busca e apreensão nas sedes das empresas e quebra de sigilo fiscal e bancário. Apesar do pedido de quebra do sigilo bancário de Roberto Tadros, feito pelos herdeiros de Luiz Ricardo, a família ainda não conseguiu ter acesso às informações referentes às situações das empresas.

Condenado por improbidade

Na últma sexta-feira (29), o TJAM José Roberto Tadros à perda das funções públicas de presidente da Confederação, suspensão dos direitos políticos por 10 anos e proibição de contratar com o serviço público pelo mesmo período.

O caso diz respeito ao contrato de locação de imóvel da CNC com a empresa Tropical Comércio de Derivados de Petróleo.

O TJAM aceitou a denúncia do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) de que Roberto Tadros teria beneficiado empresas ligadas à familiares dele.

O juiz Leoney Figliuolo Harraquian condenou Tadros e a secretária geral da CNC, Simone Guimarães, solidariamente, a “efetuarem o pagamento de ressarcimento ao erário no montante de R$ 7.292.054,04 em favor dos autores, cujo valor deverá ser atualizado pelo IPCA-E da data do ajuizamento e juros de de mora de 1% ao mês a contar da citação”.

Fonte:  RealTime

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