O desembargador Cássio André Borges do Santos, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) reconheceu que a determinação do juiz Roberto Santos Taketomi, de tirar o portal Radar Amazônico do ar, bem como as redes sociais do portal e de sua diretora Any Margareth – foi “desproporcional”. Ele suspendeu a decisão de Taketomi e determinou o retorno …
????Após 5 dias, Justiça Eleitoral reconhece censura ao Radar Amazônico como ‘extrema’

O desembargador Cássio André Borges do Santos, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) reconheceu que a determinação do juiz Roberto Santos Taketomi, de tirar o portal Radar Amazônico do ar, bem como as redes sociais do portal e de sua diretora Any Margareth – foi “desproporcional”. Ele suspendeu a decisão de Taketomi e determinou o retorno do site. No entanto, fez isso apenas nesta terça-feira (29) quando o portal já tinha voltado às suas atividades normais. A informação é do Radar Amazônico.
O Radar Amazônico saiu do ar na noite da última quarta-feira (24) após uma ação movida pelos advogados do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante). Essa decisão foi amplamente criticada por políticos, autoridades públicas e entidades civis, como a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Amazonas, que classificaram a medida como um ato de “censura”.
Naquele mesmo dia, o departamento jurídico do portal entrou com um mandado de segurança na Justiça Eleitoral para suspender os efeitos da decisão de Taketomi. O relator escolhido para analisar esse pedido foi justamente o desembargador Cássio Borges dos Santos, que acatou o pedido do Radar somente nesta terça-feira (29) depois que o site e suas redes sociais já tinham voltado ao ar.
“No caso, a retirada do ar de todo o portal e redes sociais prejudica sobremaneira a empresa, visto que ficou impedida de fazer quaisquer tipos de reportagens, inclusive não relacionadas ao pleito eleitoral.”, reconheceu Cássio.











