O Hospital Regional Dr. Hamilton Maia Cidade e a residência do prefeito Lúcio Flávio, do município de Manicoré, interior do Amazonas, foram alvo de vandalismo após o falecimento de um bebê recém-nascido em decorrência de complicações durante o parto. O incidente ocorreu na última quarta-feira (6), provocando revolta entre familiares e moradores. Segundo comunicado emitido …
????Hospital e casa do prefeito de Manicoré (AM) são depredados após morte de recém-nascido

O Hospital Regional Dr. Hamilton Maia Cidade e a residência do prefeito Lúcio Flávio, do município de Manicoré, interior do Amazonas, foram alvo de vandalismo após o falecimento de um bebê recém-nascido em decorrência de complicações durante o parto. O incidente ocorreu na última quarta-feira (6), provocando revolta entre familiares e moradores.
Segundo comunicado emitido pela Secretaria de Saúde do município, o bebê, que tinha menos de um dia de vida, não resistiu durante o transporte por via aérea para uma UTI de emergência em Manaus.
Após a divulgação da notícia do falecimento, parentes do bebê alegaram negligência médica e demora por parte da prefeitura em prestar assistência adequada. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram pessoas invadindo a residência do prefeito.
Durante o ataque, foram danificados móveis e outros objetos. A polícia foi acionada para conter a situação e isolar o local. Em comunicado adicional, a Secretaria de Saúde de Manicoré detalhou as circunstâncias do parto e tratamento do recém-nascido.
De acordo com o relato, a mãe e o bebê deram entrada no hospital às 11h do último domingo (3), com a paciente relatando perda de líquido desde as 7h do mesmo dia. Após avaliação, foi constatado que a gestante ainda não estava em trabalho de parto.
Posteriormente, a paciente foi submetida a um exame de ultrassom com Doppler de umbilical para monitorar os sinais vitais do bebê. Os médicos verificaram que o bebê apresentava parâmetros normais. A mãe permaneceu internada para acompanhamento da evolução do parto.
Às 20h45 do domingo, a equipe médica recomendou a realização de uma cesariana devido às circunstâncias específicas. No entanto, o comunicado não detalhou quais eram essas circunstâncias.
O bebê nasceu com complicações e recebeu tratamento para estabilizar sua condição de saúde. Uma UTI aérea foi solicitada e confirmada para a segunda-feira seguinte (4).
Na segunda-feira, o estado de saúde do recém-nascido piorou e, durante o transporte para o aeroporto, foram necessárias cerca de duas horas para estabilizá-lo novamente. Apesar dos esforços, o bebê não resistiu ao trajeto e faleceu antes de chegar ao destino.











