????Justiça suspende obras da Construtora Colmeia no Conjunto Duque de Caxias

Após denúncia do vereador Rodrigo Guedes (Podemos) sobre a obra irregular da Construtora Colmeia que acarretou alagações em diversas residências, a Justiça determinou a suspensão das obras do Condomínio Le Jardin, no bairro Flores, zona centro-sul de Manaus. No dia 25 de dezembro, várias residências foram atingidas por alagações no Conjunto Duque de Caxias, no …

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Após denúncia do vereador Rodrigo Guedes (Podemos) sobre a obra irregular da Construtora Colmeia que acarretou alagações em diversas residências, a Justiça determinou a suspensão das obras do Condomínio Le Jardin, no bairro Flores, zona centro-sul de Manaus.

No dia 25 de dezembro, várias residências foram atingidas por alagações no Conjunto Duque de Caxias, no bairro Flores, devido a uma obra irregular iniciada pela construtora . A alagação ocorreu devido ao desmatamento de uma área verde, permitindo com que a água das fortes chuvas ficasse represada no local da obra, atingindo os imóveis.

Na ocasião, várias famílias perderam seus móveis e automóveis com o sinistro.

O vereador Rodrigo Guedes denunciou a obra irregular e acionou a Defensoria Pública do Amazonas (DPE), que pediu a suspensão das obras do Condominio Le Jardin.

Em resposta, a Justiça concedeu uma decisão liminar de suspensão da construção.

Durante a fiscalização no local, Guedes ressaltou que antes da Construtora Colmeia tirar 23 mil metros de mata nativa, os moradores nunca tinham sofrido com casos de alagação. Além disso, a licença da obra também estava vencida.

Guedes exigiu ainda que as licenças ambientais sejam investigadas para que novos desastres não ocorram em Manaus.

“Vamos continuar lutando por justiça! Não só para as pessoas afetadas diretamente, através de indenizações, mas para toda capital. Casos como esse prejudicam direta e indiretamente a todos e as responsabilidades precisam ser apuradas.

Além disso, acredito que esses órgãos licenciadores precisam de uma investigação muito séria. Não podemos aceitar essa situação como algo normal”, declarou o vereador.

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