O governo do presidente Javier Milei confirmou na última terça-feira (26) que 6 opositores do ditador Nicolás Maduro, estão abrigados na Embaixada da Argentina em Caracas. Eles estão no local desde a última segunda-feira (25). Em comunicado, a presidência argentina criticou Maduro e falou em deterioração da situação institucional e atos de intimidação e perseguição …
????Opositores a Maduro se abrigam na Embaixada da Argentina em Caracas

O governo do presidente Javier Milei confirmou na última terça-feira (26) que 6 opositores do ditador Nicolás Maduro, estão abrigados na Embaixada da Argentina em Caracas. Eles estão no local desde a última segunda-feira (25). Em comunicado, a presidência argentina criticou Maduro e falou em deterioração da situação institucional e atos de intimidação e perseguição contra figuras políticas da Venezuela.
O governo argentino também afirmou que acolheu os líderes políticos de oposição na embaixada “com o respaldo da inviolabilidade consagrada no artigo 22 da Convenção de Viena sobre relações diplomáticas, do qual ambas as nações, Argentina e Venezuela, são signatárias”. Segundo o jornal Clarín, os opositores que se abrigam na embaixada têm ligações com o partido Vente Venezuela, da líder Maria Corina Machado. Os nomes não foram divulgados pelo Ministério das Relações Exteriores.
As relações entre Argentina e a Venezuela atravessam um dos piores momentos, desde que Milei assumiu a presidência. Ele é crítico de Maduro. Recentemente, a proibição de aviões argentinos voarem pelo espaço aéreo venezuelano, em retaliação à entrega aos Estados Unidos do avião da Emtrasur retido no país, aumentou a tensão entre os 2 sul-americanos.
A Venezuela realiza eleições presidenciais em 28 de julho de 2024. Em janeiro, o TSJ (Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela) proibiu María Corina Machado, líder da oposição, de ocupar cargos públicos pelos próximos 15 anos, tirando-a deste pleito. Na 3ª feira (26.mar), a principal coalizão de oposição da Venezuela, a PUD (Plataforma Unitária Democrática), conseguiu registrar um candidato para disputar as eleições. A sigla afirma que precisou fazer um registro provisório, depois que Corina Yoris foi impedida de se inscrever para participar do pleito. O presidente, Nicolás Maduro, realizou.











