???? Duas mulheres estarão à frente do TJAM pela primeira vez em 131 anos do tribunal

Quase sete anos após ter ascendido ao cargo de desembarga-dora, Nélia Caminha foi aclamada, ontem, presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), após a desistência dos outros quatro concorrentes. Ela é a terceira mulher a assumir a presidência. Antes, já ocuparam o mais elevado posto do judiciário estadual as desembargadoras Marinildes Mendonça (2000 a …

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Quase sete anos após ter ascendido ao cargo de desembarga-dora, Nélia Caminha foi aclamada, ontem, presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), após a desistência dos outros quatro concorrentes. Ela é a terceira mulher a assumir a presidência. Antes, já ocuparam o mais elevado posto do judiciário estadual as desembargadoras Marinildes Mendonça (2000 a 2004) e Maria das Graças Figueiredo(2014 a 2016).

É também a primeira vez em 131 anos do TJAM que a presidência e a vice-presidência da Corte serão assumidas por mulheres. A desembargadora Joana dos Santos Meirelles foi aclamada vice-presidente.

A corregedoria-geral ficou com desembargador Jomar Ricardo Saunders Fernandes, único inscrito. A nova gestão do TJAM se estenderá de 2023 a 2024. A posse dos eleitos está marcada para 2 de janeiro.

A sessão foi híbrida. Teve transmissão ao vivo pelo canal do TJAM no Youtube. Logo que o resultado foi oficializado, a desembargadora em seu primeiro pronunciamento como presidente eleita, anunciou que pretende “fazer uma gestão compartilhada”.

“É uma honra pra mim assumir o cargo mais alto da magistratura amazonense. E com a aclamação ainda me sinto mais privilegiada. Pretendo fazer uma gestão participativa de modo que vou contar com a colaboração de meus pares, magistrados, servidores e meus funcionários que considero meus braços-direitos”, declarou Nélia Caminha Jorge.

A vice-presidente eleita, Joana Meirelles também ressaltou o espírito de cooperação que norteará a gestão dela e de Caminha. “É com muita alegria e também sentimento de gratidão por ser reconhecida pelos meus pares, que recebo essa missão. E gratificante isso.

“Acredito que nossa gestão será de entendimento e de cooperação. Não mediremos esforços para atender ao nosso jurisdicionado. A sociedade nos de manda todos os dias, em busca de Justiça”, disse a magistrada.

Fonte: A Crítica

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