???? Botão do pânico não apresentou eficiência em ocorrência na escola da zona leste

Apesar das escolas municipais de Manaus contarem com botão do pânico para serem usados em casos de ocorrências, na prática não tem sido tão eficiente. Pelo menos foi o que aconteceu na manhã desta quinta-feira, 13, na Escola Municipal Dr. Vicente Mendonça Jr, localizada na zona leste da cidade, quando três alunos soltaram um foguete …

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Apesar das escolas municipais de Manaus contarem com botão do pânico para serem usados em casos de ocorrências, na prática não tem sido tão eficiente. Pelo menos foi o que aconteceu na manhã desta quinta-feira, 13, na Escola Municipal Dr. Vicente Mendonça Jr, localizada na zona leste da cidade, quando três alunos soltaram um foguete nas dependências da unidade de ensino, causando um princípio de tumulto. Ninguém ficou ferido.

De acordo com uma fonte ligada ao Foco, a gestão da unidade escolar esperava a chegada de uma equipe do Centro de Operações de Segurança Escolar (Cose), que administra as câmeras de segurança das escolas e o botão do pânico, ou da Polícia Militar, mas passaram-se duas horas e ninguém havia ido a unidade de ensino até que representantes do conselho de segurança comunitário do bairro conseguiram contactar a Policia Militar e uma viatura da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) foi ao local.

“Esperava era a vinda de uma equipe do Cose aqui, mas não mandaram porque disseram que não era nada. Após a explosão, o porteiro abriu a porta principal da escola e todo mundo saiu correndo assustado, pensando ser uma bomba, até que indetificamos os responsáveis”, comentou um servidor que não quis se identificar.

O caso foi registrado no Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops). Os alunos foram identificados e liberados.

A reportagem entrou em contato com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), mas até o fechamento desta matéria não obteve retorno.

Vulnerabilidade

Após a fiscalização do vereador de oposição Capitão Carpê (Republicanos) em três escolas da Semed, ele constatou vulnerabilidade em pelo menos três delas: Escola Municipal Léa Antony, localizado na zona norte, a Américo Gostony, zona leste, e Eliane Lúcia, que fica na zona oeste.

Conforme o parlamentar, na Léa Alencar Antony constatou-se muro baixo e estrutura precária. Na unidade Américo Gosztonyi, ele verificou a ausência de muro e denunciou a qualidade da merenda com pouca proteína.

Na unidade Eliana Lúcia, segundo ele, constatou outro  prédio vulnerável, que apesar de possuir câmera na escola e um porteiro, a escola não possui muro atrás da unidade que coloca em risco a segurança dos estudantes.

“Solicitei reforço policial nessas áreas das escolas e reforma para a escola que não tem o muro. Precisamos garantir a segurança necessária para nossos alunos”, comentou Carpê ao destacar que irá em outras escolas municipais fiscalizar a segurança.

Estamos com foco no fato

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