A investigação da Polícia Federal (PF) que resultou em três operações na quarta-feira (17) contra crimes ambientais e corrupção mostra que um dos investigados, o ex-diretor da própria corporação, Rodrigo Teixeira, receberia cerca de R$ 27 milhões por um esquema no setor de mineração. Como mostrou a coluna, Teixeira foi preso na quarta-feira (17), assim …
Delegado da PF receberia R$ 27 milhões em esquema em mineração

A investigação da Polícia Federal (PF) que resultou em três operações na quarta-feira (17) contra crimes ambientais e corrupção mostra que um dos investigados, o ex-diretor da própria corporação, Rodrigo Teixeira, receberia cerca de R$ 27 milhões por um esquema no setor de mineração.
Como mostrou a coluna, Teixeira foi preso na quarta-feira (17), assim como outros investigados, como o diretor da Agência Nacional de Mineração (ANM), suspeitos de integrar uma organização criminosa voltada a crimes ambientais.
No total, foram cumpridos 22 mandados de prisão e outros 79 mandados de busca e apreensão. Um dos principais alvos foi o empresário Alan Cavalcante Nascimento, dono de uma mineração que atuava na Serra do Curral, em Minas Gerais.
De acordo com as apurações, Rodrigo Teixeira, assim como outro investigado, Gilberto Horta, eram sócios ocultos da empresa GMAIS Ambiental. Oficialmente, a empresa estava no nome de Daniella Wandeck, esposa de Rodrigo, e Luiz Fernando Leite.
Em outubro de 2021, a GMAIS passou a integrar a estrutura societária da Brava Mineração, com 13,3% das cotas, junto com outros dois suspeitos.
A PF afirma que tanto a GMAIS quanto a Brava ficaram algum tempo localizadas no mesmo endereço de uma empresa estética vinculada à esposa de Rodrigo. Nenhuma delas, no entanto, existia de fato no local.
Fonte: Metrópoles











