Deputados do AM comemoram aprovação do regime de urgência do PL da Anistia: “pacificação e justiça”

Projeto contou com voto de quatro deputados federais do estado

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Deputados federais do Amazonas comemoraram a aprovação do regime de urgência do Projeto de Lei da Anistia, durante sessão na Câmara dos Deputados, na noite desta quarta-feira (17).

Conforme noticiado pelo Foco, o projeto teve o apoio de quatro parlamentares do estado: Adail Filho (Republicanos), Silas Câmara (Republicanos), Capitão Alberto Neto (PL) e Fausto Jr. (União Brasil).

A proposta prevê anistia a pessoas investigadas ou processadas por participação em manifestações políticas, incluindo os atos de 8 de janeiro de 2023, quando houve a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

O deputado Capitão Alberto Neto foi às redes sociais celebrar a aprovação da urgência. Segundo ele, o projeto busca reparar as “injustiças” cometidas contra os condenados nos atos do 8 de janeiro. Para ele, a aprovação do PL pode levar “pacificação e justiça” para o país, em meio a polarização política.

Já Adail Filho e Silas Câmara, ambos do Republicanos, publicaram mensagens em apoio à anistia, destacando a defesa da democracia e o direito de manifestação dos brasileiros.

Fausto Jr., por sua vez, postou no Instagram a confirmação do seu voto favorável ao regime de urgência. Na legenda, escreveu que o projeto representa um passo importante para “reencontrar o caminho do diálogo, do respeito e da pacificação nacional”.

Com a aprovação do regime de urgência, o projeto ganha prioridade na tramitação, dispensando o rito das comissões. Isso significa que ele pode ser votado diretamente no plenário a qualquer momento.

O que diz o projeto

De autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), o PL concede anistia aos participantes de manifestações de motivação política ocorridas entre 30 de outubro de 2022 e a data de entrada em vigor da futura lei.

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro defendem que a anistia alcance também o próprio Bolsonaro, condenado na semana passada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.

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