O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) começa a analisar, nesta semana, o pedido de renovação da Licença de Instalação (LI) para obras de manutenção no trecho entre os quilômetros 250, em Igapó-Açu, e 655, em Humaitá, da rodovia BR-319, apresentado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT). A …
DNIT pede licença para continuar “enxugando gelo” no trecho do meio da BR-319

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) começa a analisar, nesta semana, o pedido de renovação da Licença de Instalação (LI) para obras de manutenção no trecho entre os quilômetros 250, em Igapó-Açu, e 655, em Humaitá, da rodovia BR-319, apresentado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT).
A LI se restringe a obras de manutenção da estrada, não permitindo qualquer outro tipo de ação reparadora neste trecho da estrada, que é conhecido como “Meião”, o único que não está pavimentado.
Conforme o documento apresentado pelo DNIT, as obras de manutenção na pista de barro são consideradas fundamentais para garantir a segurança e o tráfego de veículos na rodovia, uma das mais perigosas do País e alvo de uma polêmica ambiental que se estende desde, aproximadamente, 2008, quando o então ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, tentou pavimentar o trecho central e encontrou a oposição dentro do próprio governo Lula na pessoa da então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
O licenciamento definitivo para a realização de obras de repavimentação é alvo de um Grupo de Trabalho, formado a partir da parceria entre os ministros Marina Silva (Meio Ambiente) e Renan Filho (dos Transportes), que tem até março para fazer uma Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) permitindo a concessão pelo Ibama da Licença de Operação (LO).
Conforme a apurado, o grupo foi formado dentro da empresa Infra S-A, que é uma estatal do Ministério dos Transportes, e o documento deve ser concluído no tempo previsto.











