?Durante sessão plenária desta segunda-feira (06), a vereadora Brena Dianná (União Brasil) apresentou à Câmara Municipal de Parintins uma indicação para pedir o programa de asfaltamento, recapeamento, drenagem e os serviços de recuperação de bueiros, valas e meio fio para a cidade de Parintins. Segundo a legisladora, que visitou o bairro Itaúna II, no último …
INTRAFEGÁVEIS | Vereadora Brena Dianná questiona Prefeitura de Parintins sobre o Projeto de recapeamento de mais de R$ 14 milhões que ainda não foi realizada

?Durante sessão plenária desta segunda-feira (06), a vereadora Brena Dianná (União Brasil) apresentou à Câmara Municipal de Parintins uma indicação para pedir o programa de asfaltamento, recapeamento, drenagem e os serviços de recuperação de bueiros, valas e meio fio para a cidade de Parintins.
Segundo a legisladora, que visitou o bairro Itaúna II, no último final de semana, nenhuma das sete ruas da comunidade que estava no projeto recebeu as melhorias. Ela questionou porque o asfalto não chega até o final das ruas.
“O serviço de recapeamento de uma das sete ruas até chegou lá, mas pela metade. Eles esqueceram que a rua não vai só até o meio. Ela vai até o final. Tem muitas ruas que só receberam tapa buraco até certa parte. Na Rua Messias Augusto, ocorreu à mesma coisa. E a gente lembra que esse projeto não se resume a recapeamento, mas sim, também a uma série de medidas que devem ser contempladas pelo projeto, que está orçado em mais R$ 14 milhões” disse a vereadora.
A parlamentar considera que o projeto é “quase inexistente” no bairro. “Eu estou falando apenas do Itaúna II, mas outros bairros também já deveriam ter sido contemplados pelo projeto. Eu estarei averiguando. Esse projeto recebeu um investimento alto, mas cadê esse processo, que era para ter sido feito nos bairros, como o Itaúna II?” questionou a vereadora.
Dianná pediu esclarecimentos à Secretaria Municipal de Obras (Semosp). “Qual o cronograma de (obras) de bueiros, meio fio que já deveriam ter sido feito na cidade? Muitos são os questionamentos que fazemos a Semosp que não são respondidos pela secretaria, mas vamos continuar insistindo para que possamos ter uma reposta em nome da nossa população”, afirmou a vereadora.

As justificativas para a paralisação das obras são as fortes chuvas. Mas, o que está acontecendo é que, quando chove, o barro escorre e eles colocam mais naquela área, prejudicando a população daquela localidade. O barro invade a casa das pessoas. A água que se acumula dentro das casas não pode ser evacuada porque o barro obstrui os bueiros. Alguns moradores tiveram que deixar suas casas porque não conseguem viver daquela forma. Os próprios moradores tiveram que fazer uma barreira para que o barro não invada as suas casas.
Brena pede que ações efetivas sejam tomadas para ajudar os moradores, que há dois meses, enfrentam dificuldades de circulação com ruas intrafegáveis. “Os moradores passaram a usar botas de borracha para entrar e sair de suas casas. As pessoas não conseguem entrar e sair sem se sujar de barro”, criticou.
Com informações da Assessoria de Imprensa











