A decisão de Mark Zuckerberg, CEO da Meta, de deixar de usar o programa de checagem de informações nas redes sociais da empresa gerou repercussão no Brasil. Os políticos, em especial da ala mais à esquerda, demonstraram preocupação com a medida do empresário norte-americano. Zuckerberg informou, nesta terça-feira (7/1), que as redes WhatsApp, Instagram e …
Políticos de esquerda demonstram preocupação com decisão de zuckerberg

A decisão de Mark Zuckerberg, CEO da Meta, de deixar de usar o programa de checagem de informações nas redes sociais da empresa gerou repercussão no Brasil. Os políticos, em especial da ala mais à esquerda, demonstraram preocupação com a medida do empresário norte-americano.
Zuckerberg informou, nesta terça-feira (7/1), que as redes WhatsApp, Instagram e Facebook não irão usar mais o sistema de chegarem e passarão a utilizar as “notas de comunidade”, semelhante ao que foi implementado pela rede social X, do sul-africano Elon Musk.
“É hora de voltar às nossas raízes em torno da liberdade de expressão. Chegou a um ponto em que há muitos erros e muita censura. Estamos substituindo os verificadores de fatos por ‘notas da comunidade’, simplificando nossas políticas e nos concentrando na redução de erros. Ansioso por este próximo capítulo”, disse o CEO da Meta.
O empresário norte-americano ainda citou “cortes secretas na América Latina” que pedem a remoção de conteúdo das plataformas digitais e que na Europa acontece uma espécie de “institucionalização da censura”.
Manuela d’Ávila, ex-deputada federal e estadual, destacou que o caso acontece em decorrência de um avanço do ataque à democracia vigente em diversos países pelas empresas ligadas aos Estados Unidos.
“Não imaginem que se trata de algo afeito a comunicação ou moderação de conteúdo. Não subestimem acreditando que pode ser resolvido pelas secretarias de comunicação dos governos. Essa é a agenda central da geopolítica do nosso tempo. Só uma resposta institucional organizada poderá nos permitir enfrentar essa ameaça”, escreveu Manuela na rede social X.
Fonte: Metrópoles
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