Renan Santos deve disputar as eleições pelo récem-criado partido Missão
Pré-candidato à Presidência polemiza e defende eliminar traficantes: “Prendeu, matou”

O pré-candidato à Presidência da República Renan Santos, presidente do recém-criado partido Missão, vem causando polêmica ao adotar um discurso de linha dura contra o crime organizado, defendendo que líderes de facções criminosas sejam “eliminados”.
Renan, que também é líder do Movimento Brasil Livre (MBL), afirmou publicamente que o país precisa de uma política mais severa contra o tráfico e o crime organizado, defendendo sua proposta com a frase: “Prendeu, matou.”
Segundo Renan, o grupo pretende classificar as facções criminosas como organizações terroristas e autorizar o uso de força letal contra lideranças do tráfico e milícias.
O deputado federal Kim Kataguiri (União-SP), aliado de Renan e um dos nomes cotados para integrar a nova legenda, reforçou o discurso e afirmou que a “faxina” feita na operação no Rio de Janeiro, que resultou na morte de mais de 100 criminosos, seria multiplicada por cinco caso o partido chegue ao poder.
Kataguiri, que deve se desfiliar do União Brasil para aderir ao Missão, também já defendeu pena de morte para crimes hediondos, em linha com o endurecimento das políticas de segurança defendidas pela nova sigla.











