O tenente-coronel Mauro César Barbosa Cid é um dos principais nomes da ação penal do Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, que analisa suposta trama golpista. Em sua delação premiada, homologada em setembro de 2023, o militar apontou que o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) fazia parte da …
“Radical”: relembre o que Cid disse sobre Eduardo Bolsonaro para o STF

O tenente-coronel Mauro César Barbosa Cid é um dos principais nomes da ação penal do Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, que analisa suposta trama golpista. Em sua delação premiada, homologada em setembro de 2023, o militar apontou que o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) fazia parte da “ala mais radical” próxima ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Agora, após intervenção indicada pelo próprio parlamentar, o julgamento do pai passou a ser usado como pretexto para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, taxar em 50% os produtos brasileiros. O líder norte-americano vem defendendo o fim imediato do julgamento do STF contra Jair Bolsonaro e classifica a ação como uma “caça às bruxas”.
Na delação, Mauro Cid afirmou que o deputado federal Eduardo Bolsonaro fazia parte de um grupo que “atuava de forma ostensiva, tentando convencer os demais integrantes das forças a executarem um golpe de Estado”. O tenente-coronel relatou que o parlamentar, junto de outras pessoas, tinha a intenção de que o ex-presidente tomasse uma atitude mais contundente sobre o suposto plano golpista, desencadeado em 2022, após as eleições presidenciais.
Nos Estados Unidos desde março, Eduardo Bolsonaro prontamente comemorou o ato de Donald Trump, ao taxar o Brasil: “Nos últimos meses, temos mantido intenso diálogo com autoridades do governo do presidente Trump, sempre com o objetivo de apresentar, com precisão e documentos, a realidade que o Brasil vive hoje”.
A situação, porém, se tornou um problema para Jair Bolsonaro, já que ele foi alvo de medidas restritivas, como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de contato com Eduardo. A operação da Polícia Federal (PF), na sexta-feira (18/7), foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Fonte: Metrópoles
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