Um levantamento divulgado na segunda-feira (29) mostrou que o real brasileiro foi uma das moedas que mais se valorizaram frente ao dólar em 2025, consolidando-se entre as cinco maiores altas globais. Segundo os dados, a moeda nacional apresentou uma valorização nominal de +16,2% até setembro, desempenho que a coloca ao lado de moedas como o …
Real se destaca entre as moedas globais que mais se valorizaram frente ao dólar 2025

Um levantamento divulgado na segunda-feira (29) mostrou que o real brasileiro foi uma das moedas que mais se valorizaram frente ao dólar em 2025, consolidando-se entre as cinco maiores altas globais. Segundo os dados, a moeda nacional apresentou uma valorização nominal de +16,2% até setembro, desempenho que a coloca ao lado de moedas como o rublo russo (+36,6%), o florin húngaro (+36,6%), a coroa sueca (+18,3%) e a coroa tcheca (+17,8%).
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Brasil em posição de destaque nas Américas
Na América Latina, o real liderou os ganhos, superando outras moedas que também registraram valorização, como o peso colombiano (+13,7%) e o peso mexicano (+13,6%). Em contrapartida, vizinhos regionais enfrentaram forte desvalorização: o peso argentino caiu -30% e o bolívar venezuelano despencou -146%, refletindo crises econômicas profundas.
O desempenho positivo do real se soma a um cenário em que a mediana global das 40 moedas analisadas foi de +6,73%, ou seja, o Brasil teve um resultado mais que o dobro da média.
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Contexto global
O relatório também aponta que, além do real, moedas europeias como o euro (+13,9%), o zloty polonês (+14,3%) e a coroa norueguesa (+15,0%) mostraram força no período. Já no continente asiático, o iene japonês (+9,4%) e o won coreano (+6,5%) avançaram, enquanto as rupias da Índia (-3%) e da Indonésia (-1,8%) recuaram.
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Significado para o Brasil
A valorização do real tem impactos diretos na vida dos brasileiros:
• Importações: produtos e insumos comprados em dólar tendem a ficar mais baratos.
• Inflação: o movimento ajuda a reduzir pressões inflacionárias vindas do câmbio.
• Exportações: por outro lado, pode reduzir a competitividade de empresas exportadoras, que recebem em dólar.











