Sem Lei Magnitsky, Brasil apela para Hollywood: Tom Cruise é a nova esperança contra a esquerda

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A suspensão da aplicação da Lei Magnitsky sobre autoridades brasileiras inaugurou uma nova etapa na política nacional: a fase da criatividade ilimitada. Sem sanções, sem listas internacionais e sem riscos diplomáticos imediatos, o país agora assiste a um curioso vácuo de expectativa e, claro, à necessidade urgente de um salvador à altura da crise.

E foi aí que surgiu a solução. Ou melhor, o plano.

Segundo informações que circulam de forma irônica em determinados círculos políticos e digitais, o Brasil não estaria sozinho. De forma jocosa e em tom de gozação, dizem que o deputado Eduardo Bolsonaro, sempre atento aos movimentos globais, já teria acionado ninguém menos que Tom Cruise para assumir a missão de “salvar o país das esquerdas”. Sim, ele mesmo. O astro de Hollywood, especialista em correr contra o tempo, pular de prédios e desafiar a lógica, seria o nome ideal para enfrentar um cenário que já havia desafiado juristas, economistas e diplomatas.

Com a Lei Magnitsky fora de cena, autoridades respiram aliviadas. Afinal, sem o risco de bloqueios financeiros internacionais ou restrições de visto, o jogo político volta a ser jogado no modo “hardcore nacional”: tudo se resolve internamente, no grito, na live e, agora, aparentemente, no cinema de ação.

A expectativa é que Tom Cruise chegue ao Brasil dispensando dublês, descendo de rapel no Congresso Nacional e correndo em câmera lenta pela Esplanada dos Ministérios. O roteiro, ainda em elaboração, prevê cenas de tensão no STF, perseguições metafóricas à burocracia e diálogos intensos sobre liberdade, democracia e hashtags.

Fontes otimistas garantem que “vai dar tudo certo”. Segundo elas, vem chumbo grosso por aí, expressão que, no atual contexto, pode significar qualquer coisa entre uma reviravolta política, um novo vídeo viral ou apenas mais um capítulo da já consagrada série brasileira de crises intermináveis.

Enquanto isso, o país observa. Parte indignada, parte entretida, parte tentando entender em que momento a política externa se confundiu definitivamente com entretenimento. Com a Lei Magnitsky suspensa e Hollywood supostamente de prontidão, o Brasil entra oficialmente em uma nova fase: a da esperança cinematográfica.

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