O vereador João Paulo Janjão (Agir) cobrou do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), e do vice-prefeito Renato Junior, uma solução imediata para os moradores do Conjunto Canaranas, no bairro Fazendinha, zona Norte da capital. As famílias vivem em área de risco devido a uma cratera aberta após deslizamentos de terra, localizada bem em frente …
Vereador Janjão exige ação imediata de David e Renato Junior para famílias em risco no Conjunto Canaranas

O vereador João Paulo Janjão (Agir) cobrou do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), e do vice-prefeito Renato Junior, uma solução imediata para os moradores do Conjunto Canaranas, no bairro Fazendinha, zona Norte da capital. As famílias vivem em área de risco devido a uma cratera aberta após deslizamentos de terra, localizada bem em frente às suas casas.
Segundo o parlamentar, os moradores não aceitaram a proposta de R$ 600 de auxílio-aluguel oferecida pela prefeitura, por considerarem o valor insuficiente e inapropriado para o caso, já que não se trata de invasão, mas de residências consolidadas.
“Hoje eu vim a esta Casa para trazer um grito de socorro aos moradores do Conjunto Canaranas. Sou aliado do prefeito David, não me escondo. Se cheguei aqui foi porque ele me deu uma oportunidade. Mas hoje sou vereador de Manaus e preciso cobrar quando for preciso. Então, prefeito David e vice-prefeito Renato Junior, junto às secretarias, vamos dar uma solução urgente aos moradores”, afirmou Janjão.
Ele lembrou que recentemente um deslizamento de terra na comunidade Fazendinha resultou em vítima fatal e destacou que a área do Canaranas também está cedendo a cada chuva. “Ontem estive lá e vi a situação. Durante a chuva da tarde, a mureta caiu totalmente, cedendo cerca de 10 centímetros em apenas algumas horas. São sete casas diretamente ameaçadas. Os moradores querem sair, mas se sentiram ofendidos com a proposta apresentada”, completou.
Janjão ressaltou que parte das famílias já recebe assistência, mas há um grupo na parte superior do local em situação mais delicada, com risco iminente de desabamento das ruas. Ele defendeu que a indenização é a medida mais justa e pediu rapidez da Prefeitura nos trâmites para evitar uma tragédia.
O processo está em análise pela Procuradoria-Geral do Município (PGM).











