O deputado federal Amom Mandel (Cidadania) voltou a se alinhar ao núcleo ideológico do governo Lula ao defender os vetos presidenciais à Nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, vetos que, na prática, engessariam obras estratégicas para o Amazonas, como a BR-319, a exploração de potássio e o avanço da indústria de petróleo e gás no …
Amom apoiou o atraso, mas o Congresso destravou o que o Amazonas sempre precisou

O deputado federal Amom Mandel (Cidadania) voltou a se alinhar ao núcleo ideológico do governo Lula ao defender os vetos presidenciais à Nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, vetos que, na prática, engessariam obras estratégicas para o Amazonas, como a BR-319, a exploração de potássio e o avanço da indústria de petróleo e gás no estado.
A comemoração da ministra Marina Silva, símbolo máximo da ala ambientalista mais radical do governo, deixou claro para onde Amom escolheu se posicionar.
Mas enquanto Amom endossava o veto que travaria empregos, infraestrutura e competitividade, o Congresso Nacional agiu em outra direção: derrubou integralmente os vetos e garantiu que o Amazonas não ficasse refém de decisões tomadas em Brasília por quem pouco conhece a realidade amazônica. Amom foi o único parlamentar do Amazonas que votou pela manutenção dos vetos de Lula.
Foi uma vitória para o Amazonas e uma derrota para a narrativa ambientalista radical
Com a derrubada dos vetos, o licenciamento ambiental fica mais claro e eficiente, as obras estruturantes como a BR-319 ganham fôlego, os projetos de potássio, essenciais para a agricultura brasileira, deixam de ser politicamente demonizados, a exploração de petróleo e gás, especialmente no sul do estado, avança com segurança jurídica e o Amazonas pode finalmente deixar o ciclo de “eterno atraso” imposto por burocracias ideológicas.
Enquanto isso, a esquerda já ameaça correr ao STF para tentar reverter o que o Congresso aprovou.
Esse desespero explicita o tamanho da derrota sofrida pela ala que acredita que o Brasil só pode se desenvolver se pedir licença a ONGs internacionais.
Para quem diz representar uma visão “moderna” e “técnica”, Amom escolheu um lado: o lado do atraso ao apoiar os vetos, ignorando o impacto direto da BR-319 na vida de milhares de famílias e ainda virou as costas para produtores rurais, caminhoneiros, trabalhadores e para o interior do Amazonas, que clama por infraestrutura.
Quem garantiu o avanço do estado foram deputados e senadores que derrubaram os vetos e devolveram segurança jurídica a obras esperadas há décadas.
No saldo final foi esse: Lula vetou, Marina comemorou, Amom referendou, mas Amazonas ganhou, apesar do voto do deputado.











