O influenciador financeiro Thiago Nigro, conhecido como “Primo Rico”, trouxe uma reflexão marcante sobre o desempenho recente dos mercados acionários do Brasil e da Argentina. Em sua análise, ele destacou o movimento oposto entre as duas bolsas nos últimos anos — enquanto o Brasil surfa uma onda positiva, nossos vizinhos enfrentam um cenário de perdas …
Argentina amarga queda histórica na bolsa, enquanto Brasil dispara entre os maiores ganhos do mundo, afirma Thiago Nigro

O influenciador financeiro Thiago Nigro, conhecido como “Primo Rico”, trouxe uma reflexão marcante sobre o desempenho recente dos mercados acionários do Brasil e da Argentina. Em sua análise, ele destacou o movimento oposto entre as duas bolsas nos últimos anos — enquanto o Brasil surfa uma onda positiva, nossos vizinhos enfrentam um cenário de perdas expressivas.
Argentina: do auge em 2024 à queda em 2025
Nigro lembrou que o índice S&P Merval, principal referência da bolsa argentina, foi o grande destaque mundial em 2024. Em dólares, o índice valorizou 115%, resultado que não foi superado por nenhum outro ativo global.
Entretanto, a euforia durou pouco. Segundo ele, em 2025 o mercado argentino viu essa alta se desfazer rapidamente, acumulando uma queda superior a 50% em dólares. Assim, todo o ganho extraordinário do ano passado virou frustração.
“É curioso como o mercado costuma funcionar: um ano de explosão de valorização pode ser seguido por outro de fortes perdas”, comentou Nigro.
Brasil: valorização consistente em 2025
O cenário brasileiro tem sido o oposto. A B3, bolsa de valores do Brasil, já acumula em 2025 uma valorização de 17% em reais. O movimento é ainda mais forte quando convertido para dólares: por conta da queda da moeda americana, a alta chega a 34% em dólares, colocando o país entre os mercados que mais subiram no mundo neste ano.
Thiago Nigro também abriu detalhes sobre sua carteira pública de investimentos, revelando que 34% de seus aportes estão alocados na Bolsa Brasileira, divididos entre ações como Boasafra, Sanepar, Banco do Brasil, Unifiq e Cemig. Segundo ele, tirando o Banco do Brasil, todas as posições estão em alta desde o início do ano, o que reforça sua confiança no mercado nacional.
Visão de longo prazo
Apesar das críticas ao colapso do mercado argentino, Nigro ressaltou que não torce contra os vizinhos. Ele se disse um “admirador do povo argentino”, lembrando até de uma viagem recente a Mendoza. Para ele, prosperidade em diferentes países é positiva para todos.
“Eu sempre torço para os negócios darem certo, para as pessoas enriquecerem. Mas o fato é que enquanto a Argentina amarga perdas, o Brasil vive um momento raro de otimismo”, destacou.
Conclusão
O contraste entre os mercados evidencia como o ambiente econômico e político de cada país influencia diretamente o desempenho dos ativos financeiros. Enquanto a Argentina enfrenta mais um ciclo de volatilidade e perdas, o Brasil aproveita um cenário de valorização expressiva — e investidores como Thiago Nigro celebram os bons resultados.











