O gestor afirmou que seus adversários políticos estão usando o tema como palanque
‘Estou bem tranquilo’, declara David Almeida sobre CPI do Asfalto na Aleam

O prefeito David Almeida (Avante) afirmou categoricamente que está tranquilo com relação à possível abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Asfalta Manaus na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), e ainda disse que vai prestar os esclarecimentos necessários. A declaração ocorreu em entrevista à TV Norte Amazonas nesta terça-feira (12).
“A prefeitura está muito tranquila. Esse convênio foi no ano de 2022, totalmente executado. Salvo engano, foi 120 milhões, a prefeitura colocou aí pelo menos mais 300, acho que a gente deve ter investido em 22, 23, 24, mais de 600 milhões em asfalto. Eu posso levar e posso comprovar tranquilamente, a boa aplicação dos recursos públicos. Então não tenho problema nenhum com relação à aplicação desses recursos. Estou bem tranquilo”, afirmou o prefeito.
O gestor municipal disse que vereadores de oposição à sua gestão e outros políticos estão usando a morte da biomédica Giovana Ribeiro, de 29 anos, e sua filha de oito meses, que ainda estava em sua barriga, como palanque político.
“O que justifica a CPI, um acidente, fatídico acidente, que eu quero aqui me solidarizar com a família, mas por exemplo, na Djalma Batista passam por dia 120 mil veículos, todos os dias. E o que aconteceu foi uma fatalidade, uma tragédia, aquilo ali foi uma fatalidade. E aí usaram aquilo para querer explorar politicamente uma tragédia, a desgraça de uma família, achando que poderiam”, disse o prefeito.
David Almeida ainda atacou os deputados estaduais, que de acordo com ele, deveriam fazer investimentos em Manaus. “Isso não passa de um palanque político. O que eu quero dizer? Os próprios deputados têm mais de 500 milhões de reais por ano em emendas. Poderiam estar ajudando a cidade de Manaus com o tapa-buracos, os investimentos em infraestrutura. Não passa de um palanque político de quem não tem trabalho e quer lacrar em cima de uma tragédia na internet”, concluiu o gestor.











