O presidente do Parlamento da Nova Zelândia, Trevor Mallard, recorreu a sucessos musicais antigos e “hits chicletes” para tentar acabar com uma manifestação de aproximadamente 2 mil pessoas na capital, Wellington. No sábado (12), mesmo depois de apelos e outras tentativas para afugentar as pessoas contrárias à vacinação obrigatória, centenas de manifestantes continuavam acampados em …
MANIFESTAÇÕES: Nova Zelândia recorre a ‘hits chicletes’ para dispersar atos contra a vacina obrigatória

O presidente do Parlamento da Nova Zelândia, Trevor Mallard, recorreu a sucessos musicais antigos e “hits chicletes” para tentar acabar com uma manifestação de aproximadamente 2 mil pessoas na capital, Wellington.
No sábado (12), mesmo depois de apelos e outras tentativas para afugentar as pessoas contrárias à vacinação obrigatória, centenas de manifestantes continuavam acampados em frente ao Congresso pelo quinto dia seguido.
Mallard usou os alto-falantes do Parlamento para difundir músicas como Macarena, sucesso da década de 1990; hits do cantor americano Barry Manilow, popular nos anos 1970; e a música infantil Baby Shark, popular na internet.
As músicas eram intercaladas com mensagens politicamente corretas sobre a pandemia de covid-19 e a importância das vacinas, segundo noticiaram as agências de notícias EFE e Associated Press, nesta terça-feira, 15.
Manifestantes da Nova Zelândia contra-atacam
Com a finalidade de responder aos ataques do Legislativo, os manifestantes tocaram a sua própria playlist em seus alto-falantes. O grupo também apelou à buzina de um caminhão para tentar manter o protesto, inspirado pelos caminhoneiros canadenses do movimento “Comboios da Liberdade”.
A lista musical dos manifestantes incluiu o tema We’re Not Gonna Take It, que pode ser traduzido de forma literal como “Nós não vamos aguentar isso”, da banda americana de metal Twisted Sister.
Fonte: Revista OESTE











