Marcellus Campêlo define casa própria e saneamento como missão principal do futuro mandato

Ao destacar que garantir casa própria à população e ampliar o acesso ao saneamento básico são suas principais prioridades, o secretário da Unidade Gestora de Projetos Especiais, Marcellus Campêlo, reforça um discurso alinhado com a trajetória que construiu ao longo dos últimos anos no comando de um dos principais braços executores de obras estruturantes do …

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Ao destacar que garantir casa própria à população e ampliar o acesso ao saneamento básico são suas principais prioridades, o secretário da Unidade Gestora de Projetos Especiais, Marcellus Campêlo, reforça um discurso alinhado com a trajetória que construiu ao longo dos últimos anos no comando de um dos principais braços executores de obras estruturantes do Governo do Amazonas.

Engenheiro civil com especialização em saneamento, Campelo consolidou sua atuação à frente da UGPE justamente em áreas que agora coloca no centro do debate público: habitação, infraestrutura urbana e qualidade de vida.

A ênfase em moradia não é apenas retórica. Programas como o Amazonas Meu Lar, coordenados no âmbito da UGPE, já beneficiaram mais de 31 mil famílias, com regularização fundiária, subsídios e construção de unidades habitacionais em Manaus e no interior. A iniciativa se tornou uma das vitrines da gestão, ao atacar diretamente o déficit habitacional e promover inclusão social.

No campo do saneamento básico, outro eixo central defendido por Campêlo, os números também reforçam o peso da sua gestão. Projetos como o Prosamin+ vêm promovendo transformações estruturais em áreas urbanas, levando esgotamento sanitário, drenagem e água tratada a dezenas de milhares de pessoas, somente na fase atual, cerca de 60 mil beneficiários diretos.

Além disso, a atuação da UGPE em programas como o Prosai, em municípios do interior, ampliou o alcance das políticas públicas de saneamento, com intervenções que incluem abastecimento de água, manejo de resíduos e infraestrutura urbana sustentável.

Sob a coordenação de Campêlo, a UGPE também acumulou um volume expressivo de entregas: mais de 400 obras executadas entre capital e interior, com investimentos bilionários que abrangem desde habitação e saneamento até mobilidade urbana, iluminação pública e equipamentos sociais.

Outro destaque foi o programa Ilumina+ Amazonas, que modernizou o parque de iluminação pública em todos os municípios do interior, reforçando segurança e eficiência energética, um exemplo de como a gestão buscou integrar infraestrutura urbana e sustentabilidade.

A fala recente de Campêlo, portanto, não surge isolada. Ela dialoga diretamente com um histórico de ações concretas que ajudaram a reposicionar a política urbana no Amazonas. Ao colocar moradia e saneamento como prioridades, o secretário reafirma uma agenda que, além de técnica, tem forte apelo social e impacto direto na vida da população.

No cenário político que se desenha para 2026, o discurso ancorado em entregas pode ser o principal ativo de Campêlo. Em um estado onde infraestrutura básica ainda é um dos maiores desafios, quem apresenta resultados tende a ocupar espaço relevante no debate público e, possivelmente, nas urnas.

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