As eleições de 2022 poderão impulsionar a ocorrência de obras públicas e impactar, positivamente, os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil, do estado, no próximo ano. A previsão é do presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM), Albano Máximo. A projeção otimista é baseada nos índices positivos registrados …
MERCADO IMOBILIÁRIO: Eleições devem impulsionar setor imobiliário do Amazonas em 2022. ADEMI-AM estima que período eleitoral alavanque setor de obras públicas, gerando crescimento.

As eleições de 2022 poderão impulsionar a ocorrência de obras públicas e impactar, positivamente, os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil, do estado, no próximo ano. A previsão é do presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM), Albano Máximo.
A projeção otimista é baseada nos índices positivos registrados pelo setor imobiliário em 2021, com faturamento de R$1,1 bilhão e crescimento de 15% em relação a 2020. O presidente enfatiza que ainda que as vendas no setor de construção reduzam, nos próximos meses, o setor de obras públicas deverá despontar em execuções, contribuindo para o avanço do segmento.
“Talvez as vendas no setor de construção diminuam, mas teremos um setor de obras públicas muito atuante graças à eleição. Muitas obras serão feitas em 2022, gerando emprego e impactando na construção civil. Esse cenário dará estabilidade ao PIB de 2022”, comentou.
Crescimento após pandemia
O presidente destaca que o segmento imobiliário, no estado, reagiu e conseguiu superar os impactos negativos decorrentes da pandemia da Covid-19. Outro entrave enfrentado pelo setor que também foi vencido foi a interrupção nas análises e aprovações de processos por parte dos órgãos públicos de meio ambiente. Máximo afirma que a situação foi normalizada.
“Hoje, conseguimos alavancar vários lançamentos na cidade. Devido a pandemia, um trimestre foi praticamente perdido. Com tudo isso o segmento reagiu e conseguiu superar o nível nacional”.
Mudanças nas taxas de juros
A taxa básica de juros, a Selic, chegou ao piso histórico de 2% em agosto de 2020 devido à crise gerada pela Covid-19, barateando os juros dos financiamentos. Porém, desde março de 2021 o Banco Central promove uma série de altas na Selic, que atualmente está em 9,25%.
Máximo afirma que a situação preocupa o segmento. A alta dos juros eleva o preço final do imóvel e das prestações.
“Bancos e agentes financeiros querem recompor as margens. Estamos atentos”.
Fonte: Realtime1











