O deputado federal Silas Câmara divulgou, nesta segunda-feira (15), uma nota de repúdio à queima de balsas de extrativistas minerais familiares em Manicoré (AM). Confira a nota: ‘NOTA DE REPÚDIOManifesto profundo repúdio à queima ilegal das balsas dos Extrativistas Minerais Familiares em Manicoré, ocorrida no Porto da Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, justamente no …
Silas Câmara publica nota de repúdio sobre queima de balsas em Manicoré

O deputado federal Silas Câmara divulgou, nesta segunda-feira (15), uma nota de repúdio à queima de balsas de extrativistas minerais familiares em Manicoré (AM).
Confira a nota:
‘NOTA DE REPÚDIO
Manifesto profundo repúdio à queima ilegal das balsas dos Extrativistas Minerais Familiares em Manicoré, ocorrida no Porto da Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, justamente no dia da celebração da padroeira da cidade.
Esse ato criminoso trouxe dor e prejuízo a inúmeras famílias, além de colocar em risco a segurança da população local. É inaceitável que ações dessa natureza ocorram sem respeito à vida, ao trabalho e à fé do povo.
Me solidarizo com os extrativistas afetados e reafirma seu compromisso em defesa da dignidade, do sustento e dos direitos das famílias que dependem dessa atividade. Que o diálogo e a justiça prevaleçam, para que episódios como este não se repitam.’
A publicação do parlamentar ocorre no mesmo dia em que a Polícia Federal realizou uma grande operação de combate ao garimpo ilegal no Rio Madeira, nos municípios de Humaitá e Manicoré. A ação contou com apoio da Força Nacional e teve como objetivo a destruição de dragas utilizadas para a extração de minérios de forma irregular.
De acordo com a PF, até o meio-dia desta segunda-feira, 71 embarcações haviam sido destruídas. Imagens registradas na região mostram a orla de Humaitá isolada e a presença de agentes das forças de segurança em diferentes pontos estratégicos. A operação integra os trabalhos que vêm sendo executados desde 2023 no combate à mineração ilegal no Amazonas e, neste ano, passou a contar com atuação coordenada entre órgãos de segurança pública e o Poder Judiciário.
A operação acontece uma semana após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitar um pedido da Defensoria Pública do Amazonas para impedir o uso de explosivos na destruição das balsas. Na decisão, o ministro Francisco Falcão entendeu que não há provas de ilegalidade ou abuso na execução das operações.
A situação reacende o debate sobre o equilíbrio entre fiscalização ambiental, preservação do Rio Madeira e o impacto social da atividade garimpeira na região.












